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3 de dez de 2010

Condições do amor


Fico deitado em minha cama tentando encontrar alguma forma de dizer o que eu sinto por você. E o tempo parece congelar diante dos meus olhos.
O que há de errado comigo? Por que sou tão fraco quando longe...?
Talvez eu precisasse apertá-la com meus braços, com toda minha força.  Talvez sentir teus sussurros me incomodarem, como das noites em que invadimos a madrugada.
Mas não! Tu não estás mais aqui. Foi embora, levando junto meu sono e minha paz.
Sinto tanto tua falta. Queria poder ouvir tua voz inconfundível, como música aos meus ouvidos. Poder ver a perfeição de teu corpo, pura arte poética. Olhar nos teus olhos, tão imponentes. Mas não posso, não vivo.
As noites antes eternas parecem agora insignificantes. Nada vale mais do que os momentos em que estivemos juntos, mas estar longe me obriga a pensar no que não pretendo.
Por onde andas? Onde você está amor? Procuro tanto viver. Mas continuo morto a espera de um amor que disse adeus sem se despedir. Que “me amou” e agora parece não sentir. 


Crônica escrita por Antonielson Sousa

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